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11/08/2011 -
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Empresas inovam em benefícios para reter profissionais
 
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por Marina Gaspar

 

Em tempo de escassez de talentos, as empresas estão inovando na oferta de benefícios para atrair e, principalmente, reter os funcionários. As alternativas envolvem tanto instrumentos de compensação financeira quanto ações que promovam qualidade de vida, tão valorizada nos dias atuais. Elevar o grau de satisfação dos profissionais, e dar-lhes razões para querer permanecer na empresa, é o grande desafio colocado à mesa dos gestores de pessoal. "O modelo antigo de benefícios, que obedeciam a uma hierarquia e eram iguais para todos os colaboradores, não funciona mais", diz Andréa Huggard-Caine, da HuggardCaine Consultoria e Gestão em Recursos Humanos. Ela pondera que, para satisfazer o funcionário, os benefícios flexíveis - aqueles que vão além dos obrigatórios por lei - devem se ajustar às necessidades dos profissionais.

 

No novo contexto de mercado, programas que vinculam o profissional à empresa têm ganhado ênfase, como os planos que dão ações da companhia aos funcionários, que estiveram em baixa depois da crise dos mercados acionários e do estouro da bolha das pontocom, mas recuperaram a credibilidade com o choque de governança promovido no final da década passada. Há diferentes modalidades. Existe a possibilidade de o funcionário adquirir ao preço de hoje ações que só vão se materializar no futuro, com a perspectiva de valorização. Outras empresas optam por doar ações depois de determinado tempo de casa. Os bônus, passíveis de resgate após certo período de empresa, também contribuem para a retenção. "São instrumentos de remuneração de longo prazo muito utilizados pelas organizações", explica Andréa. Os planos de previdência também se enquadram entre os benefícios flexíveis oferecidos por várias corporações.

 

A PromonLogicalis, empresa do segmento de tecnologia da informação, oferece participação nos lucros há algum tempo e aponta suas vantagens. "Os funcionários trabalham focados no negócio", explica Tânia Casa, diretora de RH da empresa. O desafio atual é reter o pessoal mais jovem, que anseia por oportunidades de crescimento e desenvolvimento aliadas à qualidade de vida. "A empresa tem investido muito, cerca de 4% do custo da folha, em programas de retenção", informa Tânia. Como consequência, a PromonLogicalis tem conseguido uma média de permanência dos profissionais na empresa acima de cinco anos.

 

Entre os projetos criados pela empresa para atender a essa nova demanda destacam-se os programas de educação corporativa. Os profissionais juniores e plenos, por exemplo, têm à disposição um programa de seis meses para desenvolver dez competências, como liderança e trabalho em equipe, entre outras. Já o Programa de Desenvolvimento de Novos Líderes procura e dá ferramentas para o crescimento de pessoas com perfil de liderança, por meio de práticas como coaching, supervisões e workshops. A empresa investe ainda em processos de mentoração. "Mapeamos treinamentos técnicos e comportamentais, cursos de idiomas e outros, sempre com foco nos negócios. Por meio da interface com seus mentores, os colaboradores trabalham e atuam em seu desenvolvimento profissional", conta Tânia. Crédito educativo também entra no pacote de benefícios.

 

Qualidade de vida

 

Além das compensações financeiras, muitas empresas estão atentas a ações que melhorem a qualidade de vida do funcionário. Ambientes atrativos e atenção às necessidades pessoais, e não apenas profissionais, são aspectos cada vez mais valorizados. Andréa conta que prestou consultoria a uma empresa onde predominava a mão de obra feminina. Consequentemente, as mulheres tinham grande perspectiva de ocupar cargos de gerência. Atenta a esta particularidade, a empresa contratou a HuggardCaine para entender o que elas mais queriam no ambiente trabalho. A resposta não incluiu manicure, cabeleireiro ou massagem. O desejo da grande maioria era conseguir sair do trabalho na hora certa. Resultado: a companhia criou uma política para administrar o horário das reuniões, para que nunca acabassem depois das 17h30. Assim, uma mãe que precisa buscar o filho na escola ou quer jantar com a família pensa duas vezes antes de trocar de emprego.

 

A agência de experience marketing O Melhor da Vida aposta na criatividade para exercitar o desenvolvimento profissional, criar um ambiente mais colaborativo e, claro, reter talentos. "Oferecemos experiências como vôo de balão, day spa, pilotar carro de Fórmula 1, rafting e personal training, como plano antecipado de férias e de prevenção de doenças. É uma espécie de plano de qualidade de vida e bem-estar", explica Jorge Nahas, CEO da empresa. Um diferencial estratégico é que o profissional aproveita as atividades com os colegas ou com a família. E como a inovação e as boas ideias são o negócio da O Melhor da Vida, uma campanha interna premia aqueles que mais colocarem essa habilidade em prática. "Os profissionais que mais contribuírem acumulam pontos que podem ser trocados por uma experiência. Quanto mais ideias e soluções recebermos, mais o profissional se destaca".

 

Antenada com as preferências dos profissionais atuais, especialmente os mais jovens, a empresa criou um modelo de gestão em que, de cada três pessoas, uma trabalha à distância. "Como 100% do nosso negócio é virtual e temos uma poderosa plataforma de gestão, alguns colaboradores trabalham aonde desejarem. Muitos na praia, no parque, em um café", diz Jorge. Outra estratégia da empresa é, uma vez por mês, fazer encontros da equipe em lugares variados e em trajes esportivos, de modo a deixar qualquer indício de sisudez longe e estimular a integração da equipe.

 

Seja com planos de remuneração financeira ou com benefícios voltados a qualidade de vida, as companhias têm de levar em consideração que nem sempre dá para agradar todo mundo. "Há situações que são inerentes à função. Por exemplo, fica complicado oferecer flexibilidade a um funcionário de telemarketing, que tem de estar no local de trabalho em determinado horário", diz Andréa. Ela explica que esse é justamente o grande desafio das empresas na hora de conceder benefícios: ser justa com todos sem, necessariamente, oferecer o mesmo benefício a todos. "Empresas que estão constantemente alinhadas com seus funcionários, que perguntam o que é importante para eles, conseguem resolver essa questão", conclui.

 

Cardápio variado

 

Entre os benefícios que mais agradam aos funcionários hoje em dia estão os relacionados à qualidade de vida. José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Minarelli Outplacement e Desenvolvimento de Carreira, dá as dicas.

 

- horário flexível;

- trabalho em casa;

- dia livre no aniversário;

- massagem no local de trabalho;

- ambiente claro, moderno, bonito, confortável, descontraído;

- apoio ao desenvolvimento profissional;

- desconto na compra dos produtos da companhia;

- convênios com outras empresas que proporcionam descontos;

- assistência médica diferenciada.

 

Fonte: http://www.canalrh.com.br/Mundos/beneficios_artigo.asp?ace_news=7B88F141-A214-4BA9-A36D-AAFC54AEE1A6&o={662A48E8-35A8-461C-9EC4-713BDB36DBDC}&sp=08U13xKD:A0KNW=?8pAC.80T4U92=yBH.F0



Comentários


19/8/2011 07:43:33
Titulo: 11/08/2011 - Empresas inovam em benefícios para re
Nome: Teobaldo Luiz Ramos de Andrade
Email: teobaldoluizramosdeandrade@yahoo.com.br

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Excelente matéria, pena que a maioria das empresas são familiares e não adotam este comportamento para reter seus talentos.






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