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02/02/2017 -
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Setor automotivo demonstra maior otimismo com 2017.
 
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Duas declarações otimistas de representantes do setor automotivo marcaram a semana passada. Na primeira delas, na segunda-feira, Antonio Megale, presidente da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), disse estimar que o mercado brasileiro de veículos apresente crescimento próximo de dois dígitos em 2017. No dia seguinte, foi a vez do presidente da GM para a América do Sul, Barry Engle, dizer que o mercado brasileiro de veículos crescerá de 12 a 14% em 2017.

O mercado brasileiro de veículos vem de seguidas quedas que nos últimos três anos redzuiram em cerca de 40% a produção e as vendas. O setor fechou 2013 com mais de 3,7 milhões de veículos produzidos e deve encerrar 2016 com cerca de 2,3 milhões.

Para Antonio Megale, o mercado deve iniciar o processo de recuperação no próximo ano. Porém, a velocidade desta retomada estará diretamente ligada à velocidade da aprovação de medidas de ajuste fiscal. "A taxa de juros começa a cair, o risco país começa a cair, a confiança do investidor volta, o emprego volta, o otimismo volta e o país volta a crescer", disse.

A Anfavea prevê queda de 19% nas vendas em 2016. Porém, segundo Megale, este último trimestre deve apresentar desempenho superior aos demais trimestres do ano, devido à estabilização do ambiente político, à adoção de medidas econômicas por parte do novo governo e ao tradicional aquecimento do consumo no fim do ano.

Já Barry Engle, da GM, diz esperar crescimento de 12% a 14% no próximo ano com base no fato de que a frota brasileira está velha, com média de 10 anos e 2 meses, o que significa que há uma grande demanda reprimida. Engle repetiu, na verdade, previsão que já havia feito há cerca de dois meses em outro evento da Autodata. O executivo reconhece que o alto nível de desemprego e a restrição do crédito são fatores que devem jogar contra o mercado de veículos em 2017, mas destaca que, enquanto as vendas de veículos acumulam retração de 50% desde 2014, a média da renda do brasileiro teve queda real de 2%.

David Powels, presidente da Volkswagen do Brasil, é um pouco menos otimista: sua estimativa é de crescimento de 5 a 8% no próximo ano.

A Fenabrave, entidade que representa as concessionárias de automóveis, também divulgou suas previsões recentemente. A entidade estima que em 2016 haverá aumento de 5% nas vendas de automóveis e comerciais leves e de 6% a 8% para caminhões.



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